Síndrome do pânico: Como lidar com as crises

Síndrome do Pânico

Descubra neste artigo os sintomas da síndrome do pânico e como lidar com as crises de ansiedade

O transtorno do pânico é caraterizado por crises súbitas de ansiedade que geralmente ocorre por cerca de 10 minutos. Apesar do pouco tempo, a alta intensidade provoca graves sinais físicos e psicológicos.

O paciente costuma ter a sensação de que está morrendo, infartando ou que algo de muito ruim está prestes a acontecer.

É uma doença crônica e o que se difere de uma ansiedade generalizada é a sua natureza física, em que a pessoa geralmente sente incômodos no coração, trato intestinal e pulmão. Por outro lado, na ansiedade os sintomas geralmente são físicos, como uma preocupação excessiva por exemplo.

Impactos negativos da crise do pânico

Esta psicopatologia provoca grandes prejuízos na vida do paciente, uma vez que gera insegurança em relação a novas crises, dificultando o seu convívio social. As principais consequências negativas são:

  • Dificuldades profissionais;
  • Fobia social;
  • Ansiedade generalizada;
  • Depressão;
  • Problemas em manter relacionamentos amorosos;
  • Desmotivação;

Crises do pânico tem cura?

Sim! Mesmo que as crises sejam recorrentes, é totalmente possível através do tratamento psicoterápico e farmacológico.

Um profissional da área de psicologia ou psiquiatria estão aptos a analisar o problema e recomendar o tratamento mais indicado. Em todo caso, é fundamental que o paciente esteja engajado na terapia para que os resultados seja mais efetivos.

Hábitos Homem Sucesso Mulheres

Sintomas da síndrome do pânico

Os sinais dos ataques de pânico são predominantemente físicos, no entanto também se identifica a presença de sintomas psicológicos. De acordo com o DSM-V, os sintomas mais comuns são:

  • Batimentos cardíacos acelerado ou palpitações;
  • Sudorese (Suor frio);
  • Tremores;
  • Sensação de falta de ar ou fôlego;
  • Sensação de desmaio;
  • Nauseas;
  • Desconforto abdominal;
  • Parestesia;
  • Dor ou desconforto no peito;
  • Calafrios ou sensação de calor;
  • Sentimento de irrealidade;
  • Sentimento de estar fora de si mesmo;
  • Medo de perder o controle;
  • Medo de estar enlouquecendo;
  • Medo de morrer;
  • Sensação de que algo de muito ruim está prestes a acontecer.

Fonte: http://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/127539

Causas do transtorno do pânico

Estudos tem apontado causas físicas, psicológicas e ambientais no transtorno do pânico, sendo o problema 2 vezes mais recorrente em mulheres. As principais causas são:

  • Genética;
  • Hereditariedade;
  • Uso de substâncias psicoativas;
  • Traumas de infância;
  • Abuso sexual na infância ou adolescência;
  • Situações de estresse extremo;
  • Situação de morte ou doença de pessoas próximas.

Tratamentos para o transtorno do Pânico

Tratamentos Síndrome do Pânico

O tratamento para esta psicopatologia pode ser psicológico, farmacológico ou combinado, sendo este último na maioria das vezes mais eficaz.

Tratamentos psicológicos

São diversas as opções de tratamentos psicológicos para diminuição ou eliminação das crises de ansiedade. Entre os principais, inclui:

  • Terapia cognitivo-comportamental;
  • Psicanálise;
  • Análise do comportamento;
  • Existencial Humanista;
  • Gestalt terapia;

Não existe aquela que seja melhor ou pior no tratamento, somente o paciente será capaz de dizer qual psicoterapia responde melhor ao seu tratamento.

Medicamentos para o tratamento do transtorno do pânico

Conforme explicado anteriormente, o tratamento psicológico combinado aos medicamentos, na maioria das vezes aumenta as chances de sucesso. Os principais fármacos são:

  • Antidepressivos inibidores seletivos da receptação de serotonina;
  • Antidepressivos tricíclicos;
  • Inibidores da monoaminoxidase;
  • Benzodiazepínicos.

Fonte: http://www.usp.br/rbtcc/index.php/RBTCC/article/view/55

Tratamentos paralelos

Existem tratamento não comprovados cientificamente quanto a eficácia na cura do problema, no entanto isso não significa que sejam ineficazes, apenas não passaram por rigorosos testes de comprovação, necessários para todo conhecimento cientifico.

Confira os principais tratamentos paralelos para o pânico

  • Meditação;
  • Reiki;
  • Hipnoterapia;
  • Fitoterapicos;
  • Atividades coletivas.

E agora! O que fazer?

Você já tem informação suficiente sobre este problema, que afeta a sua vida pessoal, profissional e social. Assim sendo, é muito importante que procure a ajuda profissional de um psicólogo ou psiquiatra para analisar cuidadosamente o seu caso.

Lembre-se que artigos e vídeos da internet possuem função informativa, desse modo, somente um profissional da área é capaz de dar o diagnóstico correto e apontar o tratamento necessário.

O transtorno do pânico afeta a sua vida, por isso não negligencie. O melhor investimento que se pode fazer é aquele em si mesmo.

Espero que todas as suas dúvidas tenham sido sanadas neste artigo, e que com mais informação saiba onde e com quem procurar ajuda. Agora, o próximo passo é buscar uma referência de psicológico ou psiquiatra e marcar a sua primeira consulta.

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Adriano Moura

Formado em Psicologia e especialista em desenvolvimento masculino e habilidades sociais com 11 anos de atuação.

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